À pala de Walsh

Como todos os artistas com um estilo muito vincado, Wes Anderson é acusado de ter deixado a sua obra estagnar numa estética que, depois de dar tão belos frutos, se foi tornando estéril. E a verdade é que em The Darjeeling Limited (The Darjeeling Limited, 2007), seu penúltimo filme, se notavam já alguns sinais de cansaço (se não no realizador, no espectador).

Fez-lhe bem a liberdade da animação; Fantastic Mr. Fox (O Fantástico Senhor Raposo, 2009) marcou um ponto de viragem (imperceptível). Sabendo que não podia voltar atrás, à inocência de Bottle Rocket (Roda Livre, 1996), Rushmore (Gostam Todos da Mesma, 1998) ou até de The Royal Tenenbaums (Os Tenenbaums – Uma Comédia Genial, 2001), Anderson não foi a lado nenhum: apurou a estética (como se diz de um refogado; não caio na tentação de escrever que a depurou, o que não aconteceu) e vincou ainda mais o estilo.

Uma…

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One response to “

  1. No Cineclube de Tomar a 4 de Abril.

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