À pala de Walsh

As primeiras imagens de Argo (Argo, 2012), a terceira longa-metragem de Ben Affleck — outrora actor mediano (ou medíocre, consoante o rigor do olhar) e parte da dupla “Bennifer”, alvo de intenso escrutínio e chacota generalizada, “reencarnado” como respeitável realizador de cinema —, trazem à memória Persepolis (Persépolis, 2007), a banda-desenhada e o filme que popularizaram Marjane Satrapi: uma animação sobre a revolução que levou à queda do regime de Reza Pahlavi e à tomada do poder por parte dos aiatolas (e à mudança de nome de um país: de Pérsia a Irão). Quando a história de Argo “começa” realmente, com a invasão da Embaixada Americana de Teerão pela populaça e consequente sequestro dos seus funcionários (que iria durar 444 dias e derrubar um presidente americano), o espectador vê-se metido num filme de espionagem dos anos 70 (as perucas e os bigodes postiços não mentem). Depressa se descobre num enredo…

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